Gravidade em semáforo (🟢 leve · 🟡 moderada · 🔴 grave), tratamento em casa e critérios para encaminhar ao pronto-socorro ou internar, com a comparação entre SBP/Ministério da Saúde e as referências internacionais. 📄 Baixar em PDF
A faringoamigdalite aguda é, na maioria das vezes, viral. O estreptococo beta-hemolítico do grupo A (EGA) responde por cerca de um terço dos casos em escolares e é raro abaixo de 3 anos. Coriza, tosse, rouquidão, conjuntivite, aftas ou vesículas sugerem vírus e dispensam teste. Os escores clínicos (Centor/McIsaac, FeverPAIN) ajudam a decidir quem testar, mas sozinhos não bastam para indicar antibiótico em criança. Sem sinais virais, a partir de 3 anos, confirmar com teste rápido para EGA e, se negativo, cultura quando disponível (IDSA/CDC). O tratamento de escolha é penicilina: amoxicilina 30–50 mg/kg/dia de 8/8 ou 12/12 h por 10 dias (SBP; Diretriz SBC/SBP/SBR 2009) ou penicilina G benzatina IM dose única (600.000 UI ou 1.200.000 UI conforme o peso). A maioria é tratada em casa (🟢). Reavaliar em 24–48 h (🟡) quem bebe pouco ou não melhora em 48–72 h de antibiótico. Encaminhar ao pronto-socorro (🔴) se houver trismo, voz abafada, desvio da úvula, sialorreia, estridor, torcicolo doloroso, desidratação ou toxemia.
1.O que é e como se apresenta
- Definição: inflamação aguda da faringe e das amígdalas palatinas.
- Etiologia viral (maioria): adenovírus, rinovírus, influenza, parainfluenza, enterovírus (herpangina, doença mão-pé-boca), Epstein-Barr (mononucleose), herpes simples (gengivoestomatite).
- Etiologia bacteriana: Streptococcus pyogenes (EGA) é o agente relevante pelo risco de febre reumática e de complicações supurativas. Outros (estreptococos C e G, Fusobacterium, Arcanobacterium, gonococo, difteria) são raros.
- Faixa etária: EGA predomina entre 5 e 15 anos; abaixo de 3 anos é incomum e costuma ter apresentação atípica.
- Quadro sugestivo de EGA (CDC/IDSA): início súbito de dor de garganta, odinofagia, febre, hiperemia e hipertrofia amigdaliana com ou sem exsudato, petéquias no palato, adenomegalia cervical anterior dolorosa, cefaleia, dor abdominal, náuseas e vômitos; exantema escarlatiniforme na escarlatina; ausência de sintomas virais.
- Quadro sugestivo de vírus: coriza, tosse, rouquidão, conjuntivite, aftas ou vesículas, diarreia. Na mononucleose: exsudato extenso, adenomegalia cervical posterior, hepatoesplenomegalia, edema palpebral, astenia prolongada.
2.Classificação de gravidade
| Gravidade | Critérios clínicos | Conduta |
|---|---|---|
| 🟢 Leve | Bom estado geral; aceita líquidos; sem trismo, sem desvio de úvula, sem estridor; dor controlada com analgésico | Viral: sintomáticos. EGA confirmado: antibiótico oral ou penicilina benzatina em casa; retorno se não melhorar em 48–72 h |
| 🟡 Moderada | Odinofagia intensa com baixa ingestão, sem desidratação; febre > 48–72 h apesar do antibiótico; adenite cervical volumosa; suspeita de mononucleose com amígdalas muito aumentadas | Reavaliação em 24–48 h; analgesia otimizada; avaliar hidratação; considerar hemograma, sorologia para EBV; rever diagnóstico |
| 🔴 Grave | Trismo, voz "de batata quente", desvio da úvula, abaulamento periamigdaliano; sialorreia, estridor, desconforto respiratório; torcicolo doloroso ou dor à extensão cervical (abscesso retrofaríngeo); desidratação; toxemia ou sinais de sepse; suspeita de síndrome de Lemierre ou de difteria | Encaminhar ao pronto-socorro/hospital para antibiótico parenteral, imagem e avaliação de otorrinolaringologia |
A AIDPI (Ministério da Saúde) classifica como "infecção grave de garganta" a presença de abaulamento do palato ou de membranas branco-acinzentadas, e como "infecção moderada" a adenomegalia cervical dolorosa ou pontos purulentos amigdalianos.
Fatores de risco que elevam a gravidade
- Idade < 3 anos com sintomas intensos (abscesso retrofaríngeo, outro diagnóstico).
- Imunodeficiência, neutropenia, uso de imunossupressores.
- Antecedente pessoal de febre reumática ou cardiopatia reumática; surto na comunidade.
- Vacinação incompleta (difteria); baixa adesão ao antibiótico oral.
3.Diagnóstico no consultório
Escores clínicos
- Centor (0–4): febre > 38 °C, exsudato amigdaliano, adenomegalia cervical anterior dolorosa, ausência de tosse. McIsaac acrescenta idade (+1 ponto de 3 a 14 anos; −1 a partir de 45 anos).
- FeverPAIN (0–5, NICE): febre nas últimas 24 h, pus nas amígdalas, atendimento rápido (≤ 3 dias de sintomas), amígdalas muito inflamadas, ausência de tosse ou coriza.
- Uso em pediatria: a AEP ressalta que Centor e McIsaac têm sensibilidade e especificidade insuficientes em crianças (valor preditivo positivo em torno de 49% com Centor 3–4) e servem apenas para selecionar quem testar. A IDSA (atualização 2025, parte 1) sugere usar um escore para decidir quem testar, mas não abaixo de 3 anos.
Teste rápido para EGA e cultura
- Não testar quando os sinais virais forem claros (IDSA 2012, CDC).
- Não testar rotineiramente abaixo de 3 anos, exceto com contato domiciliar doente ou quadro muito sugestivo.
- Criança ≥ 3 anos sem sinais virais: teste rápido de antígeno; se negativo, cultura de orofaringe quando disponível (IDSA/CDC). A AEP também recomenda o teste rápido nesse grupo.
- Não pedir ASLO nem teste de controle pós-tratamento em assintomático.
- Sem acesso a teste: a AIDPI orienta tratar como estreptocócica a "infecção moderada de garganta" (adenomegalia dolorosa ou pontos purulentos). É aceitável na impossibilidade de teste, mas aumenta o uso desnecessário de antibiótico.
Exames adicionais: hemograma e sorologia para EBV se suspeita de mononucleose; tomografia com contraste (no hospital) se suspeita de abscesso retro ou parafaríngeo.
Diagnóstico diferencial que não pode passar
- Abscesso periamigdaliano, retrofaríngeo ou parafaríngeo.
- Epiglotite e traqueíte bacteriana (estridor, sialorreia, postura em tripé).
- Mononucleose (evitar amoxicilina: exantema frequente).
- Doença de Kawasaki (febre ≥ 5 dias, conjuntivite, alterações de lábios e extremidades).
- Difteria em não vacinados.
- Síndrome PFAPA (febre periódica com faringite, aftas e adenite).
- Síndrome de Lemierre (tromboflebite séptica da jugular).
4.Tratamento em casa
Faringite viral: analgésico/antitérmico, hidratação, alimentos frios e pastosos. Não há indicação de antibiótico.
Faringoamigdalite estreptocócica confirmada (ou "infecção moderada de garganta" da AIDPI sem acesso a teste):
| Medicamento | Dose | Intervalo | Duração | Observação |
|---|---|---|---|---|
| Amoxicilina | 30–50 mg/kg/dia (SBP: Diretriz SBC/SBP/SBR 2009; adulto 500 mg 8/8 h) | 8/8 h ou 12/12 h | 10 dias | Padrão do site: SBP (o DC nº 175/2024 indica amoxicilina por 10 dias sem fixar dose; a dose vem da Diretriz SBC/SBP/SBR 2009). Divergência: IDSA 2012 e CDC usam dose única diária de 50 mg/kg/dia (máx. 1 g), ou 25 mg/kg/dose 12/12 h (máx. 500 mg/dose); AEP 40–50 mg/kg/dia em 1–2 doses |
| Penicilina G benzatina IM | < 20 kg: 600.000 UI; ≥ 20 kg: 1.200.000 UI (AIDPI; SBP, DC nº 175/2024; Diretrizes Brasileiras de Febre Reumática) | Dose única | Dose única | Preferida se a adesão ao tratamento oral for incerta (IDSA/AEP usam corte de 27 kg) |
| Penicilina V oral | Criança: 250 mg 2–3x/dia; adolescente: 500 mg 2–3x/dia (SBP, DC nº 175/2024) | 12/12 h ou 8/8 h | 10 dias | Pouco disponível em suspensão no Brasil. Divergência: IDSA no adolescente 250 mg 4x/dia ou 500 mg 2x/dia |
| Cefalexina (alergia não anafilática) | 20 mg/kg/dose (máx. 500 mg/dose) | 12/12 h | 10 dias | IDSA/CDC |
| Clindamicina (alergia imediata) | 7 mg/kg/dose (máx. 300 mg/dose) | 8/8 h | 10 dias | IDSA/CDC; SBP (DC nº 175/2024): 20 mg/kg/dia em 3 doses (máx. 300 mg/dose) |
| Azitromicina (alergia imediata) | 12 mg/kg/dia (máx. 500 mg) | 1x/dia | 5 dias | IDSA 2012 e SBP (DC nº 175/2024); resistência variável; a diretriz SBC/SBP/SBR 2009 citava 20 mg/kg/dia por 3 dias (máx. 500 mg/dia) |
| Paracetamol | 10–15 mg/kg/dose | 4–6 h (máx. 5 doses/dia) | Enquanto houver dor | Máx. 75 mg/kg/dia (SBP, Manejo da febre aguda, 2021), nunca > 4 g/dia |
| Ibuprofeno | 5–10 mg/kg/dose | 6–8 h, conforme bula | Enquanto houver dor | SBP 2021; a partir de 6 meses; evitar se desidratação |
Paracetamol. Atenção ao efeito cumulativo: o uso repetido por 48–72 h, especialmente em doses no limite máximo, em criança desidratada, desnutrida, com jejum prolongado ou somando mais de um produto com paracetamol, aumenta o risco de hepatotoxicidade — não ultrapassar a dose diária, não usar por mais de 48–72 h sem reavaliação médica e conferir outros medicamentos que contenham paracetamol.
- O NICE (NG84) usa fenoximetilpenicilina por 5 a 10 dias; as diretrizes norte-americanas, a AEP e as brasileiras mantêm 10 dias de tratamento oral para prevenção da febre reumática, cenário relevante no Brasil.
- A penicilina benzatina tem a vantagem de garantir a adesão. Reações anafiláticas são raras; a SBP (2020) alerta que cerca de 90% das crianças rotuladas como alérgicas à penicilina toleram o medicamento quando investigadas.
O que não usar
- Antibiótico em faringite com sinais virais ou teste negativo.
- Corticoide de rotina (IDSA 2012 não recomenda).
- Ácido acetilsalicílico; amoxicilina se suspeita de mononucleose.
- Sulfametoxazol-trimetoprima e tetraciclinas para EGA (não erradicam).
5.Quando encaminhar ao pronto-socorro ou internar
- Trismo, voz abafada, desvio da úvula, abaulamento assimétrico do palato (abscesso periamigdaliano).
- Torcicolo, dor à extensão do pescoço, abaulamento da parede posterior da faringe, febre alta em < 5 anos (abscesso retrofaríngeo).
- Sialorreia, estridor, postura em tripé, desconforto respiratório.
- Desidratação ou incapacidade de ingerir líquidos e medicamentos.
- Toxemia, sinais de sepse, dor cervical com edema ao longo do esternocleidomastoideo.
- Suspeita de difteria.
Como encaminhar
- Manter a criança sentada e calma; não usar abaixador de língua se houver estridor ou sialorreia.
- Oxigênio se houver desconforto respiratório ou para manter SpO2 entre 94% e 98% (evitando hiperóxia).
- Analgesia e antitérmico se possível por via oral; não oferecer alimentos.
- Contatar o serviço de destino (preferencialmente com otorrinolaringologia); acionar o SAMU (192) se houver obstrução de vias aéreas.
- Relatório com início, antibiótico em uso e alergias.
No hospital, a AEP orienta antibiótico intravenoso com cobertura para anaeróbios nos abscessos e drenagem se não houver resposta em 48–72 h ou se houver comprometimento respiratório. O NICE indica encaminhamento em caso de infecção sistêmica grave ou complicações supurativas (quinsy, celulite, abscesso para ou retrofaríngeo, síndrome de Lemierre).
6.Orientações de retorno e sinais de alerta para a família
- "A maior parte das dores de garganta é causada por vírus e melhora em cerca de uma semana, sem antibiótico."
- "Se o teste mostrou estreptococo, o antibiótico precisa ser tomado pelos 10 dias, mesmo que a criança melhore antes."
- "Pode voltar à escola após 24 horas de antibiótico e sem febre" (CDC).
- Retornar se: febre após 48–72 h de antibiótico; dor que piora; manchas na pele; urina escura ou inchaço (possível glomerulonefrite, 1 a 3 semanas depois); dor e inchaço nas articulações ou falta de ar nas semanas seguintes (possível febre reumática).
- Ir ao pronto-socorro se: não consegue abrir a boca, voz abafada, baba sem conseguir engolir, dificuldade para respirar ou barulho ao respirar, pescoço duro ou dolorido para mexer, não consegue beber líquidos, muito prostrada.
7.Comparação com as referências
| Item | SBP / MS | AAP | NICE | AEP | Johns Hopkins | Harvard | Oxford / Cambridge |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Versão consultada | MS, AIDPI Criança (2017); SBP, DC nº 175 — Febre reumática (2024); SBC/SBP/SBR, Diretrizes de febre reumática (guia de bolso, 2009); SBP, alergia à penicilina (2020) | IDSA 2012 e atualização 2025 (parte 1); CDC (2025) | NG84 (26/01/2018) | Protocolos de Infectología da AEP — Faringoamigdalitis; AEPap, Algoritmo (2015) | Health Library — Strep Throat (para famílias, sem data) | Boston Children's — página Pharyngitis and tonsillitis (para famílias, sem data) | Sem protocolo local aberto — segue o NICE |
| Escore clínico | Documento SBP sobre febre reumática cita Centor modificado 3–4 para tratar; AIDPI usa sinais clínicos | IDSA 2025 (usada nos EUA): escore para decidir quem testar, não < 3 anos | FeverPAIN ou Centor para decidir antibiótico | Centor/McIsaac só para selecionar quem testar | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Teste | AIDPI trata pela clínica quando não há teste | Teste rápido ≥ 3 anos; cultura se negativo (IDSA/CDC) | Teste não rotineiro | Teste rápido ≥ 3 anos sem sinais virais | Sem posição específica localizada | Teste rápido no consultório; se negativo, cultura | Segue o NICE |
| Estratégia antibiótica | Tratar EGA para prevenir febre reumática | Tratar só EGA confirmado | FeverPAIN 0–1 sem antibiótico; 2–3 prescrição adiada; 4–5 imediato | Tratar só EGA confirmado | Antibiótico é o tratamento padrão da faringite estreptocócica; completar o curso | Antibiótico só se bacteriana (teste rápido ou cultura positivos) | Segue o NICE |
| Primeira escolha | Penicilina benzatina (< 20 kg 600.000 UI; ≥ 20 kg 1.200.000 UI) ou amoxicilina 30–50 mg/kg/dia de 8/8 ou 12/12 h por 10 dias (Diretriz SBC/SBP/SBR 2009) | Amoxicilina 50 mg/kg/dia em dose única diária (máx. 1 g) ou penicilina V 10 dias; benzatina com corte de 27 kg | Fenoximetilpenicilina 5–10 dias | Penicilina V 10 dias; amoxicilina 40–50 mg/kg/dia; benzatina com corte de 27 kg | Sem posição específica localizada | Sem posição específica localizada | Segue o NICE |
| Encaminhamento | Infecção grave de garganta (abaulamento do palato, membranas) | Complicações supurativas | Infecção sistêmica grave ou complicação supurativa | Abscessos: antibiótico IV e drenagem | Alerta para EGA invasivo (aumento em 2022–2023) | Amigdalite de repetição: amigdalectomia ou amigdalotomia | Segue o NICE |
Leitura: as referências concordam que a maioria das faringites é viral, que penicilina ou amoxicilina é a primeira escolha e que corticoide e antibiótico em quadro viral não são indicados. A divergência principal é de estratégia: o NICE decide antibiótico por escore (FeverPAIN/Centor), com prescrição adiada e cursos de 5 a 10 dias, num contexto de baixa incidência de febre reumática; IDSA/CDC e AEP exigem confirmação microbiológica e mantêm 10 dias. No Brasil, onde a febre reumática ainda ocorre, a AIDPI admite tratamento clínico quando não há teste e prioriza a penicilina benzatina. O corte de peso para benzatina difere (20 kg no Brasil; 27 kg nos EUA e na Espanha). Johns Hopkins e Boston Children's (páginas para famílias) restringem o antibiótico à faringite bacteriana, com teste rápido e cultura se negativo (Boston Children's), e alertam para o EGA invasivo (Johns Hopkins); não citam fármaco nem duração. Posição do site: segue a SBP e o MS (AIDPI): penicilina benzatina (< 20 kg 600.000 UI; ≥ 20 kg 1.200.000 UI) ou amoxicilina 30–50 mg/kg/dia de 8/8 ou 12/12 h por 10 dias (Diretriz SBC/SBP/SBR 2009), com teste rápido sempre que disponível; a dose única diária da IDSA (50 mg/kg/dia, máx. 1 g) fica registrada como divergência.
- Sinais virais (coriza, tosse, rouquidão, aftas, conjuntivite) dispensam teste e antibiótico.
- Abaixo de 3 anos, faringite estreptocócica é rara; testar só com contato doente ou quadro muito típico.
- Escore alto em criança indica testar, não tratar automaticamente; use teste rápido sempre que disponível.
- Amoxicilina 30–50 mg/kg/dia de 8/8 ou 12/12 h por 10 dias (SBP); a dose única diária da IDSA (50 mg/kg/dia, máx. 1 g) é divergência; benzatina é a opção quando a adesão é incerta.
- Trismo, voz abafada, desvio da úvula ou torcicolo doloroso são urgência: encaminhar.
- Investigar a alergia à penicilina antes de rotular a criança.
8.Fontes
- Ministério da Saúde. AIDPI Criança 2 meses a 5 anos — Manual de quadros de procedimentos, 2017. PDF
- SBC, SBP, SBR. Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Febre Reumática — guia de bolso. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamento Científico de Reumatologia. Febre reumática — diagnóstico, tratamento e profilaxia (Documento Científico nº 175), 2024 — Tabela 1, prevenção primária. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria. Novos critérios para diagnóstico de febre reumática. PDF
- Sociedade Brasileira de Pediatria. SBP lança documento com foco em pacientes com alergia à penicilina, 2020. sbp.com.br
- IDSA. Clinical Practice Guideline for GAS Pharyngitis — 2012 Update (resumo AAFP 2013). aafp.org
- IDSA. GAS Pharyngitis Guideline Update, Part 1 (clinical scoring), 2025. idsociety.org
- CDC. Clinical Guidance for Group A Streptococcal Pharyngitis, 2025. cdc.gov
- NICE. NG84 — Sore throat (acute): antimicrobial prescribing, 2018 (resumo). practicenurse.co.uk
- AEP. Protocolos de Infectología — Faringoamigdalitis aguda y sus complicaciones. PDF
- AEPap. Algoritmos — Faringoamigdalitis, 2015. PDF
- Johns Hopkins Medicine. Health Library — Strep Throat (página para famílias, sem data; consultada em 02/10/2026). hopkinsmedicine.org
- Boston Children's Hospital (Harvard Medical School). Pharyngitis and tonsillitis (página para famílias, sem data; consultada em 02/10/2026). childrenshospital.org
- Sociedade Brasileira de Pediatria, Departamentos de Pediatria Ambulatorial e Infectologia. Manejo da febre aguda, 2021 — paracetamol 10–15 mg/kg/dose (máx. 75 mg/kg/dia); ibuprofeno 5–10 mg/kg/dose. PDF